quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Aferan  magia ou covardia?


Autor : Babalawo Ifagbaiyin Agboola

O grande numero, de pessoas atendidas por Babalawos e Babalorisas que terminam envolvidas sentimentalmente com sacerdotes, me faz pensar se o uso de aferan (magia para amor) é uma covardia com aquele que desconhece, e termina se envolvendo, ou se isso seria aceito, baseando se em um comportamento ético considerado a sociedade que vivemos.

A verdade é que algumas pessoas necessitam afastar energias negativas para que consigam ser felizes no amor.

Não acredito que o melhor caminho seja fazer um ebó para se tornar atraente, imagino que alinhando a pessoa com seu destino ela vai ter o melhor resultado, haja visto que é bastante comum pessoas afetadas por alguns tipos de magia, diretamente ligadas à questão sentimental e sexual, enfrentarem um sentimento que é muitas vezes o oposto ao amor, quando os efeitos terminam a agressividade brota e os resultados podem ser imprevisíveis.

O que eu abomino é a covardia de alguns sacerdotes que usam essas magias em seus clientes e iniciados sem que eles saibam criando uma dependência sentimental claro com outros interesses que variam do abuso sexual a vantagens financeiras.

Constantemente sou interpretado com alguém que divulga segredos nesse caso estou divulgando a minha indignação, conheço algumas pessoas que em um simples apertar de mão conseguem desenvolver a atração do sexo oposto, usando magias para isso é uma covardia e estamos conversados.

Quem quiser usar tais artifícios com certeza na calada da noite em um dialogo intimo com o seu travesseiro vai ouvir a voz interior dizer que ele é um perfeito idiota por estar acreditando que é uma pessoa interessante e atraente, quando na verdade a magia que desenvolve essa função.

Algumas dessas magias são  preparadas com o pó das asas das borboletas, no momento exato que elas copulam.

Obs: Féràn ( amar, gostar, preferir, acalentar).




Aferan  magia ou covardia?


Texto: Babalawo Ifagbaiyin

O grande numero, de pessoas atendidas por Babalawos e Babalorisas que terminam envolvidas sentimentalmente com sacerdotes, me faz pensar se o uso de aferan (magia para amor) é uma covardia com aquele que desconhece, e termina se envolvendo, ou se isso seria aceito, baseando se em um comportamento ético considerado a sociedade que vivemos.

A verdade é que algumas pessoas necessitam afastar energias negativas para que consigam ser felizes no amor.

Não acredito que o melhor caminho seja fazer um ebó para se tornar atraente, imagino que alinhando a pessoa com seu destino ela vai ter o melhor resultado, haja visto que é bastante comum pessoas afetadas por alguns tipos de magia, diretamente ligadas à questão sentimental e sexual, enfrentarem um sentimento que é muitas vezes o oposto ao amor, quando os efeitos terminam a agressividade brota e os resultados podem ser imprevisíveis.

O que eu abomino é a covardia de alguns sacerdotes que usam essas magias em seus clientes e iniciados sem que eles saibam criando uma dependência sentimental claro com outros interesses que variam do abuso sexual a vantagens financeiras.

Constantemente sou interpretado com alguém que divulga segredos nesse caso estou divulgando a minha indignação, conheço algumas pessoas que em um simples apertar de mão conseguem desenvolver a atração do sexo oposto, usando magias para isso é uma covardia e estamos conversados.

Quem quiser usar tais artifícios com certeza na calada da noite em um dialogo intimo com o seu travesseiro vai ouvir a voz interior dizer que ele é um perfeito idiota por estar acreditando que é uma pessoa interessante e atraente, quando na verdade a magia que desenvolve essa função.

Algumas dessas magias são  preparadas com o pó das asas das borboletas, no momento exato que elas copulam.

Obs: Féràn ( amar, gostar, preferir, acalentar).

Nos próximos dias vou abortar mais alguns temas referentes às magias.


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

ORIXÁ ONÃ






Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola

Nos últimos anos tenho atendido vários babalorisas com problemas relativos a falta de cliente, em quase todas as casas  encontro assentamentos que infelizmente estão muito longe da sua origem, o caso de Onã é um desses.

No Brasil se conhece Onã como sendo um epiteto de exu na verdade Onã em nada tem haver com exu, ele é um orixá que cultuamos como intermediário na oferta de ebó, etutu, a ifá, orixá, egúngún e ìyá mi, Onã é uma divindade que cultuamos como forma de buscar um aspecto positivo para o nosso destino ou para o destino de nossa casa.

No assentamento de Onã usamos muitas folhas, divulgarei aqui duas, ewe mesin mesin e ewe Ajé, vai também muito dinheiro, dendê, atare, obi e orogbo, diferente do assentamento de exu, que deve ser preparado com iyangui.

O culto a Onã é feito do lado de fora da porta do ile ase, normalmente é aberto um pequeno buraco no chão.

Esse culto é muito simples, mas de grande fundamento, como o culto de outras divindades que também são bastante divulgadas, porem com informações confusas e destorcidas.






ORIXÁ ONÃ

Onã mais um terrível erro do culto a orisá, na diáspora. 


Texto: Babalawo Ifagbaiyin

Nos últimos anos tenho atendido, vários babalorisas com problemas relativos a falta de cliente, em quase todas as casas, encontro assentamentos que infelizmente estão muito longe da sua origem, o caso de Onã é um desses.

No Brasil se conhece Onã, como sendo um epiteto de esu na verdade, Onã em nada tem haver com esu, ele é um orisá que cultuamos como intermediário na oferta de ebó, etutu, a ifá, orisá, egungun e iya mi, Onã é uma divindade que cultuamos como forma de buscar um aspecto positivo para o nosso destino ou para o destino de nossa casa.

No assentamento de Onã, que é feito com inúmeras folhas, que eu posso aqui divulgar duas, ewe mesin mesin, e ewe aje vai muito dinheiro, dendê, atare, obi e orogbo, diferente do assentamento de esu, que deve ser preparado com iyangui.

O culto a Onã é feito do lado de fora da porta do ile ase ou na residência do sacerdote, normalmente é aberto um  pequeno buraco, no chão, em frente a porta.


Esse culto é muito simples mas de grande fundamento, como o culto de outras divindades que também são bastante divulgadas, porem com informações confusas e destorcidas. 

terça-feira, 6 de agosto de 2013

FUI INICIADO EM IFÁ HÁ MAIS DE VINTE ANOS


Texto: Babalawo Ifagbaiyin

Assentamento esse que me acompanha há mais de vinte anos, quando entrei na família Agboola nas véspera de entrar para o igbodu entreguei meu assentamento nas mão do Oluwo Oyeni, ele consultou ifá e me disse que estava tudo bem, em seguida pediu para o Babalawo Ifatunbi pegar folhas, logo após pediu para o Babalawo Ifalori, levar os meus Ikins e colocar nas folhas maceradas.

Perguntei para ele, o que seria feito com os meus Ikins, ele me tranquilizou e disse(vamos colocar mais ikins), seguiu os rituais, e esse momento ficou eternizado, quando o meu Oluwo deu seguimento a rituais que foram iniciados há mais de vintes anos, pelo Babalawo Ogunda Kete.

As vasilhas mudaram, mas o ifá segue o mesmo, quando fui iniciado, tive vários amigos iniciados junto comigo, um foi o famoso Babalawo do Rio de Janeiro, conhecido como Zero, guardo com carinho essas lembranças e essa foto, que faz parte do meu blog.

Ifá foi muito bom comigo, a falta de dinheiro para concluir os rituais, para que eu me tornasse um Babalawo estendeu o meu período de estudo, isso me fortaleceu bastante e contribuiu para a minha tranquilidade no exercício da função de Babalawo.

É com essa tranquilidade que vou abordar aqui algumas questões polemicas:

Na família Agboola a pessoa que faz isefá, recebe nome sim, recebe os Ikins e em algumas circunstâncias recebe também esu, existe várias formas de fazer isefá, essa cerimônia, pode em carácter especial ser feita até uma lavagem com folhas, sem que aja qualquer sacrifico de animal.

Um isefá pode ser feito, para qualquer pessoa de qualquer religião, com qualquer idade, a pessoa pode ser iniciado se é que vou se compreendido aqui, com a palavra iniciada para definir um isefa.

Qualquer pessoa que passe por essa cerimonia de isefa,na família Agboolao passa a usar, o nome da família, que quase sempre é retirado de algum verso dentro do odu enviado por ifá, naquele momento.

Ifá é para todos, um Babalawo não necessita de um oraculo para indicar um isefa, pode ser indicado para qualquer pessoa, ele dispensa a consulta antecipada, porque ele mesmo, é uma forma de consulta, consultar para consultar não tem sentido nenhum.

Se fala muito no Brasil de vendas de títulos pergunto, fazer um isefa é vender um titulo?

Fazer um isefa é uma consulta a Ifá, buscando através de ikins, uma orientação mais precisa, para aquela pessoa, diretamente através de seu próprio assentamento.

Quem faz isefa não recebe titulo nenhum dentro do culto de ifá, somente após o itefa, uma pessoa pode receber um titulo.

Deixo claro aqui, que um itefa em nossa família pode levar de três a dezessete dias, dependendo do odu que indique a cerimonia, a partir disso pode ou não, alguém ser apontado ou não para um titulo, que a pessoa com o passar do tempo demonstrar a capacidade de ostentar o mesmo.

Quando babalorisa (Romário de Osala) faleceu, esperei alguns meses e procurei a famosa Iyalorisa do Gantois Edelzuita de Obatala,  esperamos até o dia 16 de maio de 1992 quando iniciei os rituais fúnebres que foram encerrados no dia 16 de junho, data que completou um ano da passagem de meu Babalorisa, nesses rituais necessitei da ajuda de um grande amigo(Didi de Sango),depois dos rituais terminados fui encaminhado por minha mãe para o  Babálawó, cubano Awó ni Orunmilá Ifá By Omó Odu Ogunda Kete Rafael Zamor, junto com o meu Oluwo ´Wilfredo(Nelson)odi meji e meu Ojugbona João Asefe Irete kalu estava presente em minha iniciação, a irmã de meu Babalawo Iyalorisá Olga, a Iyápetebi ni Orúnmilá Omó Odu Ogbe-Yono, seu esposo Adilsom de Oxalá/Adilsom Antônio Martins, Awó Fakan Ogbe-Bara – atualmente Babálawó Ifáleke Awó ni Orúnmilá Omó Odu Ogbe-Bara, José Roberto de Souza (Awó Fakan Iwori-Otura), Claudemiro Barbosa Costa Filho (Awó Fakan Otura-Ojuane), Alberto Chamarelli Filho, Awó Fakan Obara-Kana- atualmente Babálawó Ifáladê Awó ni Orúnmilá Omó Odu Odisá, Roger Candido de Oliveira (Awó Fakan Osa-Irete) e Alexandre Araújo Cavalcante, Awó Fakan Otura-Bara.

Estou completando 21 anos de iniciado em Ifá, faço parte da primeira turma que foi iniciada em ifá no Brasil.
Para que eu fosse autorizado à iniciar outras pessoas levou mais de dezesseis anos.


domingo, 4 de agosto de 2013

ÌYÁ MI ÒSÒRÓNGÀ


Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola

No dia 03 de outubro de 2009, no site Orishada, o Chief Ifawole Idowu Awominure, deu a seguinte declaração:

Ninguém pode dizer que foi iniciada para Ìyàámi, baseado nisso, algumas pessoas ignorantes ou com má fé, estão publicando as suas conclusões sobre esse post.

Em uma delas um senhor que se auto intitula, Mọ́gbà Ṣàngó, fala:

Sou contra e acho que mais um título vendido na atualidade! Posso não concordar?

As faltas de leis justas no nosso país levaram uma assaltante de banco, a presidência da Republica, isso caracteriza a sociedade que vivemos, qualquer um pode dizer o quer sem ser punido, ou responsabilizado por tal ato.

Vamos analisar com calma a postura desse senhor menos avisado, que nesse momento poderíamos definir como, ignorância ou má fé, mas eu prefiro descrever como pretensão.

Pretendi esse senhor em sua postagem ser intitular como conhecedor esquece ele, que só tem acesso às verdadeiras informações sobre iya mi, quem é iniciado.

QUANDO O Chief Ifawole Idowu Awominure DECLARA Ninguém pode dizer que foi iniciada para Ìyàámi, ELE ESTA COM TODA A RAZÃO VAMOS EXPLICAR AGORA COMO É FEITA A INICIAÇÃO EM IYA MI.

É claro que vamos respeitar aqui os segredos, em termos práticos, usando a mais pura propriedade da língua portuguesa, não existe iniciação para iya mi, por que compreende iniciação, como algo que nos é dado, porque não temos.

 Fato esse, que no caso de iya mi é o inverso, já nascemos com essa energia, que acontece na chamada (iniciação), ou cerimonia é a exaltação de algo que já nos acompanha desde a fecundação, do ovulo que nos originou.

Em um português que vai auxiliar as pessoas menos instruídas, vamos definir, essa cerimonia como auto iniciação, se é que podemos chamar assim, sem comprometer aqui, os segredos do culto.

Escreveu para mim esse senhor, que não quer saber nada desse culto, porque só tem coisas negativas, e que as iniciações, em iya mi, são mentiras, forma de enganar as pessoas e vender títulos.

Para as pessoas que não conhecem a Religião Tradicional Yoruba, vamos explicar à importância, do culto a iya mi, quando Orúnmìlà assume a posição de testemunho da criação ele na forma de ifá orienta sobre o destino escolhido por cada um, dentro desse contexto existem períodos positivos e negativos em nossas vidas, quem libera as forças negativas, no momento exato anteriormente escolhido por nós é iya mi, libera em forma de ajoguns, (mortes, doenças, perdas, etc.).

Se iya mi, não liberar os ajoguns o nosso destino, se descaracteriza e foge das escolhas, feitas por nós, se isso acontecesse ninguém morreria, o ser humano teria vida eterna, não seriamos humanos.
A necessidade de cultuar iya mi, através de ipese, ou imule fica caracterizada como um apelo para que os ajoguns, não sejam liberados em um momento que não seja aquele escolhido por nós, antes de vir a terra.
Se isso acontecer da origem ao que nós chamamos de acidente ou infortúnio, na verdade não é bem isso, os acidentes podem não fazer parte do nosso destino, podem vir a fazer parte de nossas vidas, provocados, por magia ou assimilados por nós em convívio com energias que não temos defesa, naquele momento para enfrenta-los.
A importância do culto a iya mi, para a preservação da vida, fica evidenciada quando tratamos de pessoas com problemas de ABIKU, através de iya mi, afastamos o ajogun iku (morte), já que sabemos que objetivo do ABIKU, quase sempre é o de abreviar a vida nessas pessoas.

É lamentável que pessoas completamente despreparadas se arvorem a dar palpite em termas que elas não dominam, não sei se defino como ignorância, má fé ou pretensão.

DESCONHECE ESSE SENHOR QUE IYA MI ESTA DENTRO DELE.






ÌYÁ MI ÒSÒRÓNGÀ


Texto: Babalawo Ifagbaiyin

IYA MI, A IGNORÂNCIA OU A MÁ FÉ.

No dia 03 de outubro de 2009, no site Orishada, o Chief Ifawole Idowu Awominure, deu a seguinte declaração:

Ninguém pode dizer que foi iniciada para Ìyàámi, baseado nisso, algumas pessoas ignorantes ou com má fé, estão publicando as suas conclusões sobre esse post.

Em uma delas um senhor que se auto intitula, Mọ́gbà Ṣàngó, fala:

Sou contra e acho que mais um título vendido na atualidade! Posso não concordar?

As faltas de leis justas no nosso país levaram uma assaltante de banco, a presidência da Republica, isso caracteriza a sociedade que vivemos, qualquer um pode dizer o quer sem ser punido, ou responsabilizado por tal ato.

Vamos analisar com calma a postura desse senhor menos avisado, que nesse momento poderíamos definir como, ignorância ou má fé, mas eu prefiro descrever como pretensão.

Pretendi esse senhor em sua postagem ser intitular como conhecedor esquece ele, que só tem acesso às verdadeiras informações sobre iya mi, quem é iniciado.

QUANDO O Chief Ifawole Idowu Awominure DECLARA Ninguém pode dizer que foi iniciada para Ìyàámi, ELE ESTA COM TODA A RAZÃO VAMOS EXPLICAR AGORA COMO É FEITA A INICIAÇÃO EM IYA MI.

É claro que vamos respeitar aqui os segredos, em termos práticos, usando a mais pura propriedade da língua portuguesa, não existe iniciação para iya mi, por que compreende iniciação, como algo que nos é dado, porque não temos.

 Fato esse, que no caso de iya mi é o inverso, já nascemos com essa energia, que acontece na chamada (iniciação), ou cerimonia é a exaltação de algo que já nos acompanha desde a fecundação, do ovulo que nos originou.

Em um português que vai auxiliar as pessoas menos instruídas, vamos definir, essa cerimonia como auto iniciação, se é que podemos chamar assim, sem comprometer aqui, os segredos do culto.

Escreveu para mim esse senhor, que não quer saber nada desse culto, porque só tem coisas negativas, e que as iniciações, em iya mi, são mentiras, forma de enganar as pessoas e vender títulos.

Para as pessoas que não conhecem a Religião Tradicional Yoruba, vamos explicar à importância, do culto a iya mi, quando Orúnmìlà assume a posição de testemunho da criação ele na forma de ifá orienta sobre o destino escolhido por cada um, dentro desse contexto existem períodos positivos e negativos em nossas vidas, quem libera as forças negativas, no momento exato anteriormente escolhido por nós é iya mi, libera em forma de ajoguns, (mortes, doenças, perdas, etc.).

Se iya mi, não liberar os ajoguns o nosso destino, se descaracteriza e foge das escolhas, feitas por nós, se isso acontecesse ninguém morreria, o ser humano teria vida eterna, não seriamos humanos.
A necessidade de cultuar iya mi, através de ipese, ou imule fica caracterizada como um apelo para que os ajoguns, não sejam liberados em um momento que não seja aquele escolhido por nós, antes de vir a terra.
Se isso acontecer da origem ao que nós chamamos de acidente ou infortúnio, na verdade não é bem isso, os acidentes podem não fazer parte do nosso destino, podem vir a fazer parte de nossas vidas, provocados, por magia ou assimilados por nós em convívio com energias que não temos defesa, naquele momento para enfrenta-los.
A importância do culto a iya mi, para a preservação da vida, fica evidenciada quando tratamos de pessoas com problemas de ABIKU, através de iya mi, afastamos o ajogun iku (morte), já que sabemos que objetivo do ABIKU, quase sempre é o de abreviar a vida nessas pessoas.

É lamentável que pessoas completamente despreparadas se arvorem a dar palpite em termas que elas não dominam, não sei se defino como ignorância, má fé ou pretensão.

DESCONHECE ESSE SENHOR QUE IYA MI ESTA DENTRO DELE.